Hoje pela manha estava conversando com um colega de trabalho, também torcedor do Grêmio, sobre o vexame do nosso co-irmão, comentávamos também as criativas e inusitadas formas de cornetear e flautear a vergonha alheia, ao ritmo em que era lida a coluna esportiva do jornal.
Citamos as declarações do Odone em sua posse à Presidência, fazendo um discurso em que não poupou em nada a recente vergonha sofrida pelo eterno rival. Odone revela que pretende contratar o jogador Kabangu (atacante e autor do primeiro gol do Mazembe) para atuar apenas em GREnais e complementa dizendo que é contratação para lotar aeroporto. A entrevista você confere AQUI.
EIS QUE...
o irmão deste colega, em tom irônico, demonstra total desconhecimento da história, grandeza e superioridade da equipe da Azenha, afirmando que o Grêmio não possui nada, não é nada e usando aquele discurso banal que vem no manual do torcedor macaco, finaliza dizendo que eu não era nem nascido na época dos títulos.
Diante da sofrível demonstração de debilidade emocional e psicológica do torcedor, apenas me resumi a criticar seu discurso recalcado e sua atitude de um legítimo perdedor não sabendo aceitar os fatos.
Jamais colocamos em prova a legitimidade dos títulos conquistados pela equipe de lá com todo o mérito possível, porém EXIGIMOS o mesmo valor vindo deles, ainda mais sabendo que o que é vivido lá agora, já é vivenciado por nós a muito mais tempo.
O primeiro título internacional oficial conquistado pelo Imortal foi a Copa Rio de La Plata em 1968, disputada contra clubes da Argentina e do Uruguai e o título que nos mostrou pro mundo foi o inesquecível Mundial de 83 com dois gols do Renato Portaluppi, isto sem citar os outros títulos.
Se ele pode dizer que eu não era nem nascido na época do principal título, posso me dar ao direito de dizer que ele torceu a vida inteira para um time morto e só foi saber o que é realmente a glória depois de avô.
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