segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Grêmio confirma a venda de Adilson

O Grêmio confirmou nesta segunda feira a venda de Adilson ao Dnipro da Ucrânia. O volante sai por 3 milhões de euros. Até o presente momento não há informações mais detalhadas, como por exemplo o tempo de contrato com os ucranianos, porém a venda já foi concretizada.

Para quem não sabe, o Dnipro é o mesmo clube do Giuliano, ex-inter.


Com a saída de Adilson, o Grêmio fica com Gilberto Silva, Fernando, Fábio Rochemback e Willian Magrão para as posições de volante e até onde sei, não há especulações de contratações para este setor.


Com a camisa do Grêmio


O atleta estava no Monumental desde 2007 e disputou 177 jogos, marcando 2 gols.



Bueno, particularmente não sou a favor desta venda. Acredito que, dentre os volantes atuais do Grêmio, Rochemback e Magrão já estão ultrapassados. Prova disto foi a atuação do Fábio durante a temporada 2011, especialmente no último GREnal, em que este sequer acertava troca de passes. Em se tratando do Willian Magrão, nem lembro quando foi a última vez que conseguiu jogar 90 minutos.

domingo, 10 de julho de 2011

A estreia de Julinho (no segundo jogo)

Num domingo de tempo nublado, Grêmio x Coritiba no Monumental, um jogo para o Imortal começar a reação no Campeonato fajuto Brasileiro, um jogo para Julinho Camargo mostrar a que realmente veio, um jogo para aplaudir um eterno ídolo chamado Tcheco e para vaiar um presidente Odone que não anda com a cabeça no lugar.

Me sinto como um filho que retorna ao lar para um final de semana. Voltar a pisar no Olímpico é um presente de Deus. Disse Tcheco.

O Grêmio foi a campo com Marcelo Grohe, Gabriel, Mário Fernandes, Rafael Marques, Neuton (Bruno Collaço), Fábio Rochemback, Gilberto Silva, Douglas, Escudero (William Magrão), Leandro e André Lima (Miralles).

Em um primeiro tempo sem graça, nada de criações de ambos os lados, bem pelo contrário, foi um festival de passes errados e mancadas. Algumas chances criadas por André Lima e Escudero, porém resultando apenas em boas defesas do goleiro do Coxa. Em um dos principais lances, Neuton pisou na bola e caiu, deixando Marcos Aurélio à vontade para avançar no campo de defesa do Imortal, felizmente nada aconteceu graças a um dia inspiradíssimo do nosso bom goleiro Marcelo Grohe.

Vale dar ênfase na atuação de Marcelo, substituindo Victor que está na Seleção de futebol medíocre. O goleiro reserva do Grêmio está à altura do titular. Apresentando movimentos ágeis e bons reflexos, Grohe salvou o Grêmio de muitas situações claras de gol, mostrando que está pronto para tudo, que a bola estará em boas e seguras mãos.

Ao voltar para o segundo tempo, um Grêmio com mais vontade de jogar abre o placar logo aos 17 minutos. O peleador porém atrapalhado Rochemback faz o passe para Mário Fernandes na esquerda, que conduz a bola até o fundo do campo e com a perna canhota faz um bom e forte cruzamento. Na área, aparece com velocidade o “estreante” Gilberto Silva, que numa baita cabeceada fulmina a bola para o fundo das redes. Grêmio 1 x 0 Coritiba.

Em apenas 8 minutos depois, renasce o guerreiro André Lima, que vinha recuperado de uma lesão no joelho, que o afastou dos gramados do Monumental por 4 longos meses. Leandro desce em velocidade pela direita e faz um cruzamento rasteiro para a área, Douglas faz o corta-luz deixando a bola para André concluir tranquilamente. Grêmio 2 x 0 Coritiba.

Dando fim a uma horrível sequencia de 5 jogos sem vencer, o Grêmio conquista 3 louváveis pontos e respira um pouco mais aliviado com o 11º lugar. Agora, Julinho Camargo terá uma semana para consertar o que ainda nos traz problemas, e partir para Florianópolis enfrentar o Figueira as 16 horas do Domingo.

domingo, 15 de maio de 2011

Grêmio 2 (4) x (5) 3 Internacional - Final do Gauchão

Grêmio 2 x 3  
Saudações nação Tricolor.

   Hoje viu-se o título do Gauchão se indo para o outro lado da capital. Incompetência? Não!

  O Grêmio foi a campo com Victor; Mário Fernandes, Vilson, Rodolfo e Gilson (Willian Magrão); Fábio Rochemback, Adilson, Lúcio e Douglas; Leandro (Lins) e Júnior Viçosa (Borges).

Time posado do Grêmio:imagem 4

   O Grêmio buscou o jogo logo no início. O contexto dava indícios de uma larga vantagem para a equipe da Azenha, Monumental lotado, o sistema defensivo centrado e tranquilo, dois laterais livres para jogar (Mário Fernandes e Lúcio), dois volantes anulando qualquer jogada ofenciva da equipe do aterro, um armador livre e inspiradíssimo e dois joves atacantes com fama conhecida e fome de bola.

Antes da partida, os torcedores gremistas fizeram a festa:imagem 2

   Logo aos 15 min Rochemback avança pelo campo de defesa do Imortal, larga com Douglas e o maestro lança aos pés de Lúcio, posicionado às costas da zaga adversária, que domina livre e bate na saída de Renan. Grêmio 1 x 0 inter

Após lançamento de Douglas, Lúcio abriu o placar para o Grêmio aos 15 minutos:imagem 11

   Com uma equipe bem montada e jogando de forma consistente, durante todo o primeiro tempo o Grêmio deu um banho de bola no adversário. Leandro sempre caçado em campo e Viçósa fazendo frante à idosa zaga CHOROlada, Rochemback jogando à nível de seleção e Douglas inigualável nas assistências, um típico camisa 10.

   Com um 3 a 2 conquistado no salão de festas e 1 a 0 a favor jogando em casa e com estádio lotado, a vantagem pareceu acomodar os jogadores do Grêmio, e em clássico não se pode esmorecer. Os marcadores de azul apenas cercavam o adversário, por isso, aos 31 minutos da primeira etapa, Zé Roberto tabela com D'alessandro no lado direito defensivo, cruza para Leandro Damião que, com Rodolpho batido no lance, bate cruzado para o gol escancarado. Falha coletiva da zaga Tricolor. Grêmio 1 x 1 inter.

   Dando sequência na desatenção e na acomodação. Aos 45 minutos, Zé Roberto cobra escanteio,Vilson corta o cruzamento e André bate de fora da área, sem chance para Victor. Grêmio 1 x 2 inter.
 
   Em total desatenção Tricolor, após cobrança de lateral aos 29 minutos da segunda etapa, Zé Roberto invade a área e é derrubado por Victor, Leandro Vuaden apita e D'alessandro converte. Grêmio 1 x 3 inter.

A reação de Renato à beira do campo:imagem 19

   Portaluppi fazia o possível à beira do gramado. De uma vez só substitui o ataque Tricolor, tentando levar novos ares à meta CHOROlada, saem Leandro e Viçósa e entram Lins e o desacreditado Borges. A mudança não surte grandes efeitos táticos ou técnicos, porém o 2 gol Imortal vem na base da mais pura raça, Douglas bate escanteio e Damião corta o cruzamento, Rochemback mantém o domínio na entrada da área e devolve para Douglas que manda de primeira para dentro da área, Renan mega no alto, mas era Renan, a bola sobra para Borges empurrar, aos 35 da segunda etapa. E com muita vibração do camisa 9, Grêmio 2 x 3 inter. A Taça estava sendo decidida nos pênaltis.

   Douglas converte o primeiro 1 a 0 para o Grêmio e D'Alessandro empata. Na segunda sequência, Magrão não converte, Renan defende no canto direito. Para manter o empate, Victor busca a cobrança de Damião.

    Rochemback recolocou o Grêmio à frente. E Victor foi novamente brilhante ao defender o chute de Kleber, deixando o Grêmio com 2 a 1. Renan também defendeu o chute de Lúcio. Logo depois, Oscar empatou em 2 a 2.

    Lins, com uma conclusão no meio do gol, deixou o Grêmio na frente e Bolatti igualou a decisão. Nas cobranças alternadas Rodolfo fez para o Grêmio, Nei para o Inter, Adilson errou, e Zé Roberto converteu. Nos pênaltis Grêmio 4 x 5 inter.


sábado, 19 de março de 2011

GRÊMIO 1 x 1 Leon de Huánuco

O PIOR DE RENATO

Nesta quinta feira presenciamos a pior partida técnica do Grêmio no ano. Mais além, a pior partida de Renato como treinador Tricolor. Um time escalado a princípio da maneira correta com Fernando no lugar de Adilson, machucado, e Carlos Alberto no ataque fazendo companhia ao artilheiro Borges.

O JOGO



O Grêmio começou mal, dando muitos espaços ao adversário, principalmente nas costas de Gilson, de novo mal na partida. É inadmissível que ali, na beira do campo, ao lado daonde se concentram as ações de um lateral, Renato não veja o quanto esse jogador é ruim. Tem inúmeras dificuldades, a maior delas é... jogar futebol. Mas não adianta nós torcedores vermos isso, Renato tem que ver. Mas ele não enxerga. Os volantes não estavam carregando o piano, então Renato sacou Fernando e colocou Viçosa ainda no primeiro tempo, perdíamos marcação e saída de bola, mas ganhávamos no ataque. Coincidência ou não, sofremos um gol após ficarmos com um só volante. Em cruzemento para a área, Elias cabeceou sozinho para abrir o placar. Rafael Marques só observou. Estava dois metros de distância do atacante, impressionante a falha. 

No segundo tempo, o Grêmio aproveitou os espaços para encaixar as jogadas e contra-ataques, mas em só uma das oportunidades concluiu com competência, Douglas deu passe na medida para Carlos Alberto, disparado o melhor do time na partida, ele limpou o zagueiro e fuzilou o goleiro peruano. 1x1. Na comemoração Carlos Alberto lembrou o glorioso Kidiaba, em resposta à comemoração de Leandro Damião contra o Caxias simulando os acréscimos dados por Mário Chagas da Silva na final da Taça Piratini. Damião, aliás, acho até que já foi convocado para a seleção, já foi campeão mundial de clubes e se não me engano fez gol em final da champions league. Posso estar enganado, mas acho que fez né? Carlos Alberto tem tudo isso aí no curriculum.

Depois do empate, o Grêmio seguiu ameaçando, com Borges, que perdeu duas chances na cara do gol, ao tentar encobrir e errar o alvo e ao tentar estufar as redes colocou pra fora, quase dentro da pequena área. Não se perde Borges, não se perde. E assim a partida se arrastou até o fim, o Grêmio defendendo bem e chegando ao ataque, mas sem mudar o placar do jogo, com pouquíssimos chutes a gol a partida terminou mesmo empatada.

AS SUBSTITUIÇÕES 

Na primeira delas, como já citado, Viçosa entrou no lugar de Fernando, melhorando um pouco as jogadas de ataque pelos flancos, porém perdendo poder de marcação.

Depois, Renato manteve a "mania" de tirar Carlos Alberto, o melhor em campo, para colocar Bruno Collaço. Com isso o Grêmio ficou com 3 laterais esquerdos em campo: Gilson, Lúcio e Collaço. Pergunto: não seria mais fácil tirar Gilson para por Collaço? Assim manteria o esquema que ele tanto gosta com dois laterais jogando aproximados, tanto na defesa quanto no ataque e resolveria um problema a mais, Gilson. Sem condições. E sendo mais repetitivo ainda, é INADMISSÍVEL que ao lado do campo Renato não veja o quanto é ruim este jogador.

Na última tentativa de matar a partida, com Escudero no banco, Renato coloca Diego Clementino no lugar do cansado Borges. Borges não fazia boa partida, mas a questão aqui não é ele e sim Diego Clementino. Uma piada. Uma piada inventada por Renato. E o pior, não tem graça. Só é rápido, porém pra nada usa sua velocidade. Tem um chute ruim e habilidade zero. Se Escudero entrasse, com vontade e isso seria óbvio, afinal precisa mostrar serviço, tenho certeza que contribuiria mais para o time. 

Renato errou em duas das três vezes que mexeu no time, é muito para uma Libertadores. Justificou a não entrada de Escudero no lugar de Borges por o argentino não estar 100%. Me poupe Renato, não subestime a inteligência dos torcedores, ninguém precisa estar 100% para jogar dos 30 aos 45 minutos do segundo tempo. Ninguém. Se Gabriel, Douglas e Rochemback já jogaram descontados, o mesmo poderia ser feito com Escudero.


AINDA SOBRE RENATO 

Mais uma vez repetitivo, porém sobre outro assunto, faço um pedido ao técnico do Tricolor:
Não subestime a inteligência dos torcedores. Falo isso em relação a entrevista CEDIDA SIM por ele ao jornalista Jorge Kajuru.

Renato, tu nunca deixará de ser ídolo, mas para ser o maior de todos, precisa de muito mais. E respeito é a principal característica exigida por nós. Ninguém é pobre ganhando mais de R$300.000,00 por mês.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Grêmio 2 (4) x (1) 2 Caxias - Imortalidade e Taça na mão

Grêmio2 (4) x (1) 2

(Jefferson Botega) 

O Imortal foi a campo com: Victor; Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo e Gilson (Lúcio); Fábio Rochemback, Willian Magrão, Carlos Alberto (Bruno Collaço) e Douglas; Borges e André Lima (Diego Clementino).

Então,
Grêmio e Caxias realizaram o melhor jogo do ano até o momento. A equipe grená veio a campo buscando a superação, jogando contra a massiva nação Tricolor. Desde o primeiro minuto o Caxias foi ao ataque, encurralando e fechando os espaços do Grêmio, a equipe da serra obteve larga vantagem até os 30 minutos da primeira etapa.

Itaqui, Lima e, principalmente, Everton tinham muita liberdade para jogar, o sistema defensivo simplesmente não conseguia achar estes jogadores. Por isso aos 19 minutos do primeiro tempo o Caxias abriu o placar, Rafael Marques fez falta em Everton na intermediária tricolor e Itaqui solta o petardo, a barreira abre a Victor fica vendido no lance, Grêmio 0 x 1 Caxias.  

Em cobrança de falta, Itaqui abre o placar no estádio Olímpico:imagem 4

Após o gol grená, os erros da equipe Tricolor começaram a se destacar ainda mais. Uma vez que o Caxias só jogava às costas de Gilson, que repetia suas fracas atuações, Carlos Alberto foi obrigado a se expor e jogar mais defensivamente pelo lado esquerdo.

Apesar do sistema ofensivo estar desempenhando boa função, Douglas não conseguia manter a bola no ataque e Gabriel não conseguia jogar naturalmente, tanto que, aos 39 minutos, após ótima triangulação pelo lado direito, o Caxias ampliou o placar com Gerley, que tabelou com Everton e bateu no contra-pé de Victor, que ainda tocou na bola mas não conseguiu evitar, Grêmio 0 x 2 Caxias.

Um pouco antes do gol caxiense, aos 26 minutos, Portaluppi sacou Carlos Alberto e colocou Bruno Collaço (repetindo substituição feita nos últimos três jogos) que entrou para reproduzir o movimento de Lúcio como meia no losango. A alteração no formato de jogo do Grêmio só viria aos 43 minutos, o sistema tático, com Collaço, estava se recompondo e os espaços pela esquerda eram diminuídos a cada instante, Douglas começa a desempenhar sua função de importância no jogo e os volantes conseguiam aparecer com mais frequência e surpresa no ataque, Willian Magrão recebe de Rochemback, bate sem chances para o goleiro André Sangalli e ali dá início a peleja do IMORTAL, Grêmio 1 x 2 Caxias.

Willian Magrao caxias do sul x grêmio (Foto: Agência Estado)

Bueno,
no segundo tempo o Grêmio não começou pressionando desde o início mesmo com o Caxias adotando uma postura mais cautelosa.

Com o time repetindo a atuação pequena da primeira etapa, Portalppi sacou o vaiado Gilson e colocou o ovacionado Lúcio, que já entrou jogando pra cima do Caxias. Com ele, o Grêmio enfim colocou-se no campo do Caxias, pressionando e criando boas oportunidades.

O segundo tempo foi um jogo de ataque contra defesa, com alguns contra ataques caxienses, tanto que o Grêmio teve 2 gols anulados por impedimento.

Borges tenta chegar na grande área do Caxias:imagem 7

O Caxias abusava da catimba e a cada substituição era uma cena de filme, só esqueceram de avisar o "profissionais" de lá, que o jogo tem acréscimos após o término do tempo regulamentar, tanto que aos 50 minutos, Borges se enrola com o zagueiro caxiense, a bola sobra para Rafael Marques concluir ao gol escancarado, e a nação Tricolor solta o grito entalado...É GOOOOOL, e é Grêmio 2 x 2 Caxias.

Aos 50 minutos do segundo tempo, Rafael Marques empata para o tricolor:imagem 8

A esta altura, a Taça Piratini só seria resolvida nas penalidades máximas.

Borges abriu a série para o Grêmio: 1 a 0. Dê cobrou na sequência, Victor defendeu. Douglas aumentou a vantagem, e Victor novamente defendeu, impedindo Diogo de marcar.

Rochemback fez 3 a 0. Everton descontou, fazendo 3 a 1. E o título veio pelo pé esquerdo de Lúcio, decretando o 4 a 1.

Depois de defender dois pênaltis, Victor levanta o troféu de campeão da Taça Piratini:imagem 9



quarta-feira, 9 de março de 2011

Grêmio e Caxias - Pré Jogo

Grêmiox 

E hoje tem Grêmio e Caxias disputando o título da Taça Piratini e vaga na finalíssima do Gauchão Coca-Cola.

Segundo o técnico Lisca, a imprensa e a torcida do Grêmio já dão o jogo como morto e o título na sala de troféus, típica declaração recalcada de um CHOROlado com a intenção de colocar a pressão do lado Tricolor.

A torcida estará presente em peso, com certeza, e o time Tricolor deixa a Libertadores de lado e se concentra para este confronto, demonstrando que, NAS BANDAS DO MONUMENTAL, existe profissionalismo.

terça-feira, 8 de março de 2011

Grêmio 2 x 0 León de Huánuco - E a liderança provisória

Grêmio2 x 0

Bueno

Grêmio e León de Huánuco fizeram um joguinho truncado. A equipe peruana veio disposta a sofrer a menor quantidade de gols possível, o que, naturalmente, entregou o controle do jogo nas mãos do Imoral. Uma vez que o León oferecia perigo apenas nos contra-ataques, o Grêmio enfrentava apenas a barreira da zaga peruana.


Apesar da vitória tranquila, contra o fraco León esperávamos um placar elástico. Gilson novamente não agradou, com seus avanços desenfreados, um zagueiro é obrigado a ocupar o espaço na lateral esquerda, o que deixa um "buraco" à frente da área. Observem que o jogo Tricolor só melhora quando Bruno Collaço entra no lugar do Carlos Alberto, alteração que recompões o lado esquerdo do esquema.

Ainda acredito que Vinicius Pacheco é a mellhor opção para a ausência de Lúcio, pois AI SIM mantém o mesmo formato em losango.



Apesar do baixo público no Monumental a festa foi grande.