O Imortal foi a campo com: Victor; Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo e Gilson (Lúcio); Fábio Rochemback, Willian Magrão, Carlos Alberto (Bruno Collaço) e Douglas; Borges e André Lima (Diego Clementino).
Então,
Grêmio e Caxias realizaram o melhor jogo do ano até o momento. A equipe grená veio a campo buscando a superação, jogando contra a massiva nação Tricolor. Desde o primeiro minuto o Caxias foi ao ataque, encurralando e fechando os espaços do Grêmio, a equipe da serra obteve larga vantagem até os 30 minutos da primeira etapa.
Itaqui, Lima e, principalmente, Everton tinham muita liberdade para jogar, o sistema defensivo simplesmente não conseguia achar estes jogadores. Por isso aos 19 minutos do primeiro tempo o Caxias abriu o placar, Rafael Marques fez falta em Everton na intermediária tricolor e Itaqui solta o petardo, a barreira abre a Victor fica vendido no lance, Grêmio 0 x 1 Caxias.
Após o gol grená, os erros da equipe Tricolor começaram a se destacar ainda mais. Uma vez que o Caxias só jogava às costas de Gilson, que repetia suas fracas atuações, Carlos Alberto foi obrigado a se expor e jogar mais defensivamente pelo lado esquerdo.
Apesar do sistema ofensivo estar desempenhando boa função, Douglas não conseguia manter a bola no ataque e Gabriel não conseguia jogar naturalmente, tanto que, aos 39 minutos, após ótima triangulação pelo lado direito, o Caxias ampliou o placar com Gerley, que tabelou com Everton e bateu no contra-pé de Victor, que ainda tocou na bola mas não conseguiu evitar, Grêmio 0 x 2 Caxias.
Um pouco antes do gol caxiense, aos 26 minutos, Portaluppi sacou Carlos Alberto e colocou Bruno Collaço (repetindo substituição feita nos últimos três jogos) que entrou para reproduzir o movimento de Lúcio como meia no losango. A alteração no formato de jogo do Grêmio só viria aos 43 minutos, o sistema tático, com Collaço, estava se recompondo e os espaços pela esquerda eram diminuídos a cada instante, Douglas começa a desempenhar sua função de importância no jogo e os volantes conseguiam aparecer com mais frequência e surpresa no ataque, Willian Magrão recebe de Rochemback, bate sem chances para o goleiro André Sangalli e ali dá início a peleja do IMORTAL, Grêmio 1 x 2 Caxias.
Bueno,
no segundo tempo o Grêmio não começou pressionando desde o início mesmo com o Caxias adotando uma postura mais cautelosa.
Com o time repetindo a atuação pequena da primeira etapa, Portalppi sacou o vaiado Gilson e colocou o ovacionado Lúcio, que já entrou jogando pra cima do Caxias. Com ele, o Grêmio enfim colocou-se no campo do Caxias, pressionando e criando boas oportunidades.
O segundo tempo foi um jogo de ataque contra defesa, com alguns contra ataques caxienses, tanto que o Grêmio teve 2 gols anulados por impedimento.
O Caxias abusava da catimba e a cada substituição era uma cena de filme, só esqueceram de avisar o "profissionais" de lá, que o jogo tem acréscimos após o término do tempo regulamentar, tanto que aos 50 minutos, Borges se enrola com o zagueiro caxiense, a bola sobra para Rafael Marques concluir ao gol escancarado, e a nação Tricolor solta o grito entalado...É GOOOOOL, e é Grêmio 2 x 2 Caxias.
A esta altura, a Taça Piratini só seria resolvida nas penalidades máximas.
Rochemback fez 3 a 0. Everton descontou, fazendo 3 a 1. E o título veio pelo pé esquerdo de Lúcio, decretando o 4 a 1.
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