Que semana foi essa? Não consegui tirar da cabeça a batalha que teríamos nesta quinta feira, contra um time que para muitos era aparentemente fácil de ser superado. Mas como um time que já jogou várias libertadores, é um dos mais importantes de seu país, e tem em seu plantel a base da seleção boliviana, seria fácil de enfrentar?
Na quarta feira já dormi mal, pensando no jogo, mesmo com o empate dos amargos não conseguia me acalmar. Noite mal dormida, dia que não passava nunca, olhava para o relógio a cada minuto esperando que á hora voasse, mas cada segundo durava uma eternidade. Entrei no ônibus aflito, com uma dúvida intrigante. Este esquema com um volante daria certo? Conseguiríamos nos impor desde o começo?
Uma coisa sabia, era à hora certa para o Renato fazer esta tentativa, pois se não tentássemos uma formação mais ofensiva agora, não seria em uma oitava ou quarta de final que tentaríamos.
Trânsito lento, um calor desconfortável, coisas típicas da hora do rush de um fevereiro em Porto Alegre, mas que naquele dia me deixou irritado e cada vez mais aflito. Quem seria nosso herói, o melhor em campo, o homem gol? Dúvidas, ansiedade, vontade de vencer, coisas que só uma Libertadores consegue aflorar de tal forma no peito de um Gremista.
Na hora em que o árbitro apitou a saída de bola, o mesmo pensamento sobre o esquema tático voltou, e sinceramente não gostei do inicio de jogo do tricolor. Não posso dizer que não atacamos que não tentamos o gol, pois isso foi uma coisa que fizemos desde o começo, com chutes de fora da área, bolas metidas nos pés de nossos atacantes pelos nossos meias, mas que não foram revertidas em gol. Mas ao mesmo tempo, em que atacávamos, deixamos um espaço enorme para que os bolivianos tocassem a bola e chegassem a nossa defesa, aos vinte minutos de jogo o time adversário já apresentava várias chegadas ao ataque e quatro escanteios a seu favor, enquanto nós jogando em casa tínhamos apenas um.
Na hora em que o árbitro apitou a saída de bola, o mesmo pensamento sobre o esquema tático voltou, e sinceramente não gostei do inicio de jogo do tricolor. Não posso dizer que não atacamos que não tentamos o gol, pois isso foi uma coisa que fizemos desde o começo, com chutes de fora da área, bolas metidas nos pés de nossos atacantes pelos nossos meias, mas que não foram revertidas em gol. Mas ao mesmo tempo, em que atacávamos, deixamos um espaço enorme para que os bolivianos tocassem a bola e chegassem a nossa defesa, aos vinte minutos de jogo o time adversário já apresentava várias chegadas ao ataque e quatro escanteios a seu favor, enquanto nós jogando em casa tínhamos apenas um.
Mas eis que o árbitro marca um pênalti inexistente a favor do tricolor, Douglas bateu e abriu o placar, fazendo com que um jogo que até aquela hora estava parelho, tomasse uma cara totalmente diferente.
Com este gol o tricolor foi para o vestiário mais tranqüilo e com o jogo nas mãos.
No segundo tempo, o esquema tático que no começo do jogo, parecia ter deixado a defesa um pouco fragilizada, agora fazia com que o GRÊMIO tivesse mais o domínio da bola e comandasse o jogo.
Não dávamos chance alguma para o adversário e com a maior naturalidade aumentamos o placar para dois e três a zero, dando liberdade para o Renato tentar novas formações e dar oportunidade a outros jogadores.
***
Gostei bastante do desempenho do nosso meio campo. Douglas apareceu bem, Carlos Alberto mesmo não voltando tanto quanto acho que deveria, fez um excelente jogo, sempre procurando a bola e correndo incansavelmente. Gostei do Paulão também, depois de alguns jogos com um desempenho a baixo da media ele voltou a ser o “zagueirão” que todos esperam.
E não poso deixar de falar do Gilson, que me surpreendeu positivamente, fazendo uma ótima partida, tanto quando subia para ajudar no ataque, com boas arrancadas, ótimos cruzamentos, e até mesmo marcando gol, como quando ajudava na defesa fazendo vários desarmes, e ajudando na marcação.
Foi um bom jogo, o time fez o dever de casa, mas ainda temos alguns aspectos para melhorar, aspectos esses que só serão melhorados ao longo dos jogos e com muito treinamento.
Acredito que temos um plantel que não deixa nada a desejar para nenhum outro, e certamente temos boas chances para libertar a América pela terceira vez.
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